Wednesday, 9 April 2014

St. Pauli Brasil se junta a campanha Futebol sem Racismo

Como todos sabem a grande bandeira do St. Pauli é a luta contra o preconceito. A luta contra o racismo, o sexismo e a homofobia, é algo que sempre é mencionado em jogos, ações promovidas pelos torcedores e pelo clube e em tudo o que eles fazem. Por conta disso não poderíamos ficar de fora dessa campanha. 

Episódios lamentáveis de racismo foram divulgados recentemente na imprensa e imagino quantos outros que passam longe dos noticiários não acontecem. 

Em um país onde as maiores glórias do futebol, o esporte nacional, vieram de pés de várias cores. Um país onde vários craques revelados, são de tons de pele diversos, é um absurdo tal comportamento. Totalmente inadmissível.

Por conta disso não podemos ficar de fora e o blog se juntou a páginas como o Boteco da Lusa, o Blog do Santinha, o Futepoca e tantos outros, para engrossar as fileiras nessa campanha contra o racismo no futebol brasileiro.





Conheçam um pouco da ação e participem:


"A pátria em chuteiras, na expressão consagrada por Nelson Rodrigues, é uma das definições mais bem resolvidas de tudo o que o futebol representa para o brasileiro. Pés de todas as cores foram, são e serão calçados para fazer do país uma fonte de craques. O racismo não pode ter espaço nem dentro do gramado, nem nas arquibancadas. Muito menos na Copa do Mundo de 2014. 

Manifestações recentes de intolerância contra jogadores, árbitros e torcedores negros são o ponto de partida desta campanha, movida por pessoas, torcedores, blogueiros, jornalistas, cidadãos... Gente que quer o espetáculo da bola entre jogadores, independentemente da cor da pele. 

 Primeiro, vamos jogar o racismo para escanteio. Depois, vamos tirar o tema da retranca e contra-atacar: construir ações para clubes, jogadores, torcedores, poder público... para cada um assumir sua posição no time do Futebol Sem Racismo."


Participem:

Contato: futebolsemracismo@gmail.com



1 comments :

Um reforço de peso sem dúvida, é o reforço de quem viveu e vive essa realidade de maneira frontal, e muitas vezes não velada como ocorre no Brasil em diversas situações.

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